Super Resumo - Estrutura Geológica, Tipos de Rochas, Relevos, Rios, Hidrografia, Litosfera

Estrutura geológica da terra


- A idade da Terra
Tempo Geológico – Eras, períodos, Eons ( milhões de anos)
X
Tempo Histórico – Décadas, séculos


- Estrutura Geológica da Terra (Camadas)
Crosta Terrestre
Manto – superior e inferior
Núcleo – Externo e Interno
- Deriva Continental – Teoria que defende que os continentes surgiram a partir da fragmentação de um único continente, chamado de Pangeia.
- Placas tectônicas – São grandes porções da crosta terrestre que se deslocam acima do manto.

- Vulcanismo – Ocorre quando o magma extravassa do manto através de uma fratura na crosta

- Terremoto – Tremor de Terra
Medido pelo sismógrafo
Escala Richter e Escala de Marcalli

- Maremoto – Tremor de terra no oceano

- Tsunamis – Ondas gigantes feitas por maremotos com deslocamentos de terra.

- Rochas – São agregados minerais

Podem ser de 3 tipos:
Sedimentares – Feitas pela deposição de sedimentos em camadas até a pressão de compactação criar uma nova rocha
Magmáticas – Feitas pelo resfriamento de rocha derretida. Intrusiva ou plutônica (resfriada dentro da terra) --- Extrusiva ou vulcanicas (Resfriada fora da terra)
Metamórficas – Feitas pela metamorfose de outras rochas pela variação de temperatura e pressão sobre as quais as rochas estavam submetidas.

Para saber mais, confira:

Relevo, solos e Rios


Agentes modeladores ou exógenos do relevo –
Agua – rios, chuvas, mares e oceanos, gelo e degelo
Ventos
Seres humanos
Tipos de Relevo
Planície – Área plana de altitude baixa em que predominam a deposição de sedimentos 
0 a 200m
Planalto – Área plana de altitude mais elevada em que predominam a erosão. 200 – 700m
Montanha – Área elevada e predominante em relação ao seu entorno. 700 – 8000m
Depressão – Área rebaixada em relação ao seu entorno.




Hidrografia

Os Rios são estruturas de drenagem do solo
Eles se deslocam de locais mais altos para locais mais baixos, em direção ao oceano.
A área que o rio drena é chamada de bacia hidrográfica ou de drenagem
Rio principal e seus afluentes
Nascentes e foz dos rios
Interflúvio – area limite entre duas bacias de drenagem
Aquíferos – Reservas de agua potável dentro da Crosta
Principais bacias do mundo. Pag. 113 Rio Amazonas, Nilo, Danúbio, Congo, Mississipi
Principais bacias do Brasil – Rios Amazonas, São Francisco, Paraná. Pag 114



Para conhecer mais, confira:
https://www.youtube.com/watch?v=I9GkPcNlSsU Agentes internos de formação do relevo
https://www.youtube.com/watch?v=wqCD1r9Iyw0 Agentes externos de formação do relevo

https://www.youtube.com/watch?v=hXfovxxTEe8 Hidrografia

Movimentos da Terra



Navegue o universo no seu celular - Tutorial Solar System Scope

Estude, conheça e navegue pelo sistema solar no seu celular Android.
A equipe Geocaçadores encontrou uma super dica de aplicativo para você descobrir o universo!
Vídeo criado pelo aluno Miguel Conceição.
Indicação do aplicativo Miqueias de Jesus!
Foto cedida por Joice Ramos.



Para os meus alunos...
Minha
Velha
Traga
Meu
Jantar
Sopa
Uva
Nabo
Pão -

Quem postar um comentário respondendo "o que cada nome significa e o que aconteceu com o pão do velho...?" vai ganhar 0,5 ponto extra!
Se curtir... #compartilhaNoFACE

Poesia de Fé - Tudo novo de novo

(Salmo para a descendência de Davi)

O Senhor fala e diz:
Não te cales ó geração de Jessé e nem te espantes, pois sou o teu Deus e Senhor.
O Senhor é rocha firme e nEle temos seguro abrigo.
Bem aventurados os que são gerados pelos joelhos dos Santos,
Pois o favor do altíssimo se estende sobre eles e os seus passos são firmados
Eles são nascidos em carne e pó, mas nós em Espírito, água e sangue.

A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização, o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves


A imagem da globalização

Em A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização, o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves discute a natureza do processo de globalização e as contradições geradas no campo ambiental.


Se os recursos tecnológicos da atualidade nos ofertam com constantes e sucessivas imagens desta e de galáxias distantes, no trecho do livro abaixo reproduzido, o autor comenta de forma quase poética sobre o impacto provocado nas pessoas diante da primeira fotografia da Terra tirada do espaço, realizada no dia 12 de abril de 1961.

“Estávamos em finais dos anos 1950 e o cosmonauta russo Yuri Gagárin, pela primeira vez, viu a Terra do espaço. ‘A Terra é azul’, disse. Os Estados Unidos, sentindo-se parcialmente vencidos na corrida espacial (e tecnológica), desencadearam, então, um ousado projeto espacial que culminaria com a nave Apolo – afinal, tratava-se de se mostrar mais bonito -, que desceria anos mais tarde (1969) suavemente na Lua. A Terra era azul, redonda e pequena, olhada daquele ponto de vista!

Essa imagem se tornaria um duro golpe na visão antropocêntrica. Nós que nos considerávamos Senhores do Mundo [...] nos víamos passageiros de um pequeno planeta – a Nave Terra. A Terra era um planeta finito solto num espaço infinito, ideias que começam a deixar de ser conceitos filosóficos e científicos para se tornarem IMAGEM. E, a partir dessa época, a IMAGEM tornar-se-ia cada vez mais poderosa.

A ideia de que estamos imersos num globo já não é mais fruto somente da capacidade de abstração construída pelo pensamento, o qual dava origem a globos terrestres de plástico, de ferro, de papelão ou de madeira, manipulado nas escolas. Não, afora estamos imersos num globo solto no espaço, mas um globo que lá está, objetivamente, e que nos foi colocado por uma objetiva que a fotografou. A Terra é um globo!

Além de ser azul, redonda e finita, a Terra não tem fronteiras, a não ser as da natureza, como a das nuvens que são móveis, evanescentes; ou a dos oceanos e dos continentes, assim mesmo diluídas, vagas. [...] As diferenças entre os povos não aparecem. [...]

Todos os dias recebemos, via satélite, pelos meios de comunicação, o mundo editado aos pedaços, o que contribui para que construamos uma visão de mundo que nos faz sentir, cada vez mais, que nosso destino está ligado ao que acontece no mundo, no planeta. Globalização, mundialização, planetarização são palavras que, cada vez mais, começam a construir uma nova comunidade de destino, em que a vida de cada um já não se acharia mais ligada ao lugar ou ao país onde se nasceu ou, pelo menos, não se acharia mais ligada do mesmo modo como se achava antes.”

PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A globalização da natureza e a natureza da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006. p. 11-12.



Fonte: Geografia e tal: A imagem da globalização

TOP 5 - Jogos de Geografia da Europa. IMPERDÍVEL!!

Olá Aventureiros, Trago aqui a seleção feita pela nossa equipe dos melhores jogos geográficos sobre a Europa. Alguns desses jogos podem ser encontrados no nosso último post sobre a Geografia da Europa




Resumo: Um jogo essencial para iniciar a abordagem sobre o tema.. localização dos países europeus. Simples e com uma dificuldade moderada.


Jogo 2 - Oeste da Europa: Bandeiras


Resumo: Outro jogo bastante essencial para o inicio da aventura pela Europa.. descubra a qual país pertence as bandeiras mostradas.

Resumo: Aprofundando mais o conhecimento sobre a Europa, este jogo também se trata de um jogo de localização, só que desta vez, das capitais europeias

Resumo: Perguntas sobre a Europa, envolvendo também um pouco de história.

Resumo: O Mais dificil desta lista, localize as cidades europeias. Porém, neste jogo, a pontuação é definida pela distancia entre a localização real da cidade e o local onde você selecionou.. quanto mais próximo da cidade, maior pontuação.

Coisas de Davi - Cantar mamãe, Tocar Papai e Brincar Titio

Coração de poeta
Menino sapeca
Estrelas no olhar
Mamãe a cantar

Pipa passo proa
Nuvem céu lagoa 
Azul verde anil
Meu jacaré sumiu

Cato pedras no rio
Giro, lanço e grito
O gigante caiu!
Viva Davi, viva Davi

Lanço avião no céu
Pinto papai no papel
Caneta parede pôpôpô
Brinca comigo vovô!

Bola titio, Bola Títio
Não durmo em quarto vazio

Aventura, subir na cadeira 
Solta o menino, solta o menino
Dá o bubu, come a Cocó
Quanto folego num menino só.

Cantar com mamãe
Tocar com papai
Jogar com Títio
Brincar com irmão
Sem quarto vazio

Judson malta
Parabéns Davi.

Resenha: A Vingança da Geografia

A Vingança da Geografia

A proposta de A Vingança da Geografia - A construção do mundo geopolítico a partir da perspectiva geográfica (Editora Campus-Elsevier, 2013), é interessante, ainda que a palavra "vingança" colocada no título possa funcionar como uma espécie de armadilha para os desavisados.

É claro que toda a iniciativa realizada como forma de valorizar e propagar o pensamento geográfico é muito bem vinda, mas, se cabe aqui um aparte, é preciso que se tenha um certo cuidado com certas abordagens que se restringem a uma visão tradicional dos diferentes campos da Geografia.

Por uma questão de justiça e de bom senso, é importante lembrar que o próprio autor deixa o recado que a sua ideia não consiste em afirmar que a Geografia seja a única responsável pela caracterização de povos ou conflitos, e sim mostrar a influência dos mais diversos elementos da natureza nas intenções e até nos desdobramentos de certos acontecimentos de grande relevância na história da humanidade.

Vamos às informações do livro:

Neste livro, o analista geopolítico estadunidense Robert D. Kaplan baseia-se nas ideias, descobertas e teorias de grandes geógrafos e pensadores geopolíticos dos passados recente e distante para rever pivôs centrais da História e, em seguida, traçar o futuro da cena global em transformação. O autor delineia a história das regiões-chave do planeta, fazendo uma análise de seu clima, topografia e proximidade com outras áreas tempestuosas. O clima radical e a limitada cobertura vegetal das estepes russas, por exemplo, deram à luz homens duros e cruéis, propensos à destruição, ao passo que os pensadores nazistas promoveram total distorção da geopolítica, calculando que o espaço do planeta usado pelo Império Britânico e pela União Soviética poderia ser engolido por um território alemão ampliado.

Kaplan aplica, então, as lições aprendidas às atuais crises na Europa, Rússia, China, subcontinente indiano, Turquia, Brasil, Irã e Oriente Médio árabe. O futuro pode ser compreendido no contexto da temperatura, da distribuição da terra e de outros dados físicos concretos; assim, a China, capaz de alimentar apenas 23% de sua população a partir de uma terra da qual apenas 7% são aráveis, saiu à procura de energia, minérios e metais junto a regimes brutais como os de Mianmar, Irã e Zimbábue, entrando em conflito moral com os Estados Unidos. As fronteiras porosas do Afeganistão o manterão como a principal rota de invasão do subcontinente indiano. O maior inimigo dos Estados Unidos, o Irã, vai explorar a vantagem de ser o único país que abarca tanto a área produtora de energia do Golfo Pérsico quanto a do Mar Cáspio. Por fim, Kaplan postula que os Estados Unidos devem olhar com atenção para o México, e não para os países distantes.


Fonte: Geografia e tal: A Vingança da Geografia

Veja também:

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